25 melhores discos nacionais de 2014 (Douglas Ribeiro)

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25 – Ruído/MM – Rasura

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Por que ouvir: Post-Rock instrumental ao mesmo tempo delicado e grandioso, com um clima cinematográfico.

Ruído/MM – Rasura

24 – Nação Zumbi – Nação Zumbi

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Por que ouvir: O álbum marca uma mudança radical no estilo musical da banda: explorando novos timbres, passando por sons mais swingados, pelo soul music e outras referencias, além de letras bem diferentes das habituais (algumas até românticas) e etc. Enfim o fato é que o álbum da uma oxigenada e abre novos caminhos para banda. Se mudança é foi para pior ou melhor, não cabe ser discutido agora, mas a mudança era necessária.

Nação Zumbi – Nação Zumbi

23 – Alice caymi – Rainha dos raios

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Por que ouvir: “Rainha dos Raios” é um disco de releituras, bem autoral e particular, nele Alice usa sua voz grave e arranjos grandiosos para criar um álbum de músicas com um clima soturno, melancólico e romântico, beirando o brega.

Alice caymi – Rainha dos raios

22 – Séculos apaixonados – Roupa linda, Figura fantasmagórica

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Por que ouvir: Esse é um disco estranho no cenário musical atual brasileiro, um disco com um excesso de referencias oitentistas e bregas, que acaba criando um revival nostálgico que beira a paródia. Mas isso não é bem um problema o resultado é bem diverto e criativo.

Séculos apaixonados – Roupa linda, Figura fantasmagórica

21 – Huey – Ace

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Por que ouvir: “Ace” é um disco de “Stoner Rock instrumental” soturno, barulhento, competente e de qualidade. Sem mais poréns, só ouvir.

Huey – Ace

20 – Mountain Tops – Câmera

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Por que ouvir: A banda de BH faz um som de qualidade misturando rock alternativo e post-rock: com timbres de guitarras limpos, letras em inglês e vocais bem alinhados. Um disco que agrada bastante o ouvido e a alma.

https://soundcloud.com/balaclavarecords/sets/camera-mountain-tops-2014

19 – Holger – Holger

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Por que ouvir: A banda já vem fazendo um som criativo a muito tempo, mas esse o primeiro disco deles que realmente me encantou. Na minha opinião nesse disco eles encontram o caminho certo, misturando a criatividade instrumental habitual com as letras em português e um MPB praieiro e ensolarado.

Holger – Holger

18 – O terno – O terno

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Por que ouvir: A Banda continua seu estilo e som sessentista, só que agora adicionando um pouco mais de psicodelia e guitarras mais barulhentas. O disco mostra uma evolução natural em relação ao trabalho anterior do grupo.

O terno – O terno

17 – Constantina – Pelicano

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Por que ouvir: Constantina mostra mais uma vez sua competência e qualidade, criando um som instrumental suave, cristalino e intenso. Grande Álbum!

Constantina – Pelicano

16 – Bernardo Puhler – O alumbramento de um Guará negro

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Por que ouvir: Esse é um álbum regionalista e bucólico. Uma bela obra musical com uma sensibilidade particular e clima de cidadezinha do interior.

http://www.bernardopuhler.com.br/

15 – Ian Ramil – Ian

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Por que ouvir: “Ian” é um disco com melodias muito bem desenhadas e um instrumental delicioso, com pé no folk/pop e cheio de arranjos experimentais. Outro ponto interessante está nas letras sempre com rimas, temas e cenários imprevisíveis, mas ainda sim muito certeiras.

Ian Ramil – Ian

14 – Transmissor – De Lá Não Ando Só

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Por que ouvir: A banda mineira Transmissor talvez seja a melhor banda do pop/rock nacional da atualidade e aqui nesse disco ela mostra de novo seu talento e evolução constante. Criando um som pop perfeito, cheio de melodias agradáveis e clima acolhedor. Só que adicionando um pouco mais de barulho, guitarras e pequenas gotas experimentalismo, mas de forma a se encaixar perfeitamente com som proposto pela banda.

Transmissor – De Lá Não Ando Só

13 – Kid Foguete – Pure Places

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Por que ouvir: Kid Foguete é uma banda Paulista de “rock/indie rock” que faz um som muito seguro e de qualidade, com suas letras em inglês e instrumental muito bem executado. Ótimo disco (EP na verdade)!

Kid Foguete – Pure Places

12 – Banda do Mar – Banda do Mar

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Por que ouvir: O novo projeto do Marcelo Camelo e Mallu Magalhães é um álbum simples, suave e para cima. Um disco com letras hora ótimas e sensíveis, hora simples e bobinhas, mas resultado é muito positivo e animado (muito por causa das guitarras com pé no surf music).

Banda do Mar – Banda do Mar

11 – Inky – Primal Swag

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Por que ouvir: Inky faz som rock, meio dançante, cheio de ruídos e sintetizadores, guitarras criativas, letras em inglês e vocal feminino potente. Um ótimo som!

Inky – Primal Swag

10 – Russo Passapusso – Paraíso da Miragem

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Por que ouvir: “Paraíso da Miragem” é um dos disco de MPB/Samba, com pouco de rock, mais criativos e swingados do ano. O álbum tem claras referencias a Jorge Ben e Tim Maia, enfim dos discos mais gostosos do ano.

Russo Passapusso – Paraíso da Miragem

9 – Anelis Assumpção – Amigos imaginários

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Por que ouvir: O universo estridente e cheio de arroubos, tanto nas letras quanto no instrumental, faz um contra ponto perfeito a voz doce e cheia de malicia de Anelis Assupção. O resultado é disco ao mesmo tempo cheio de malicia, potente e muito gostoso de ser ouvido.

Anelis Assumpção – Amigos imaginários

8 – Jussara Marçal – Encarnado

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Por que ouvir: “Encarnado” é um disco obscuro sobre a morte, a vida e as tragédias urbanas; Cheio de sons experimentais, guitarras e vocais estridentes; Letras poéticas, obscuramente cômicas e malucas. Um dos álbuns mais incríveis do ano.

Jussara Marçal – Encarnado

7 – Silva – Vista pro mar

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Por que ouvir: Silva continua a explorar seu som oitentista, só que agora com letras e sons mais ensolarados. Isso é evidente tanto nos tons mais claros usados na cor da capa do disco, quanto nas letras e instrumental agora bem mais suaves e cheios elementos (vide: os saxofones como nas músicas “Vista pro mar” e “Janeiro”). Um trabalho incrível mais positivista, mas sem deixar de lado a melancolia e delicadeza presente no disco de estreia.

Silva – Vista pro mar

6 – Mombojó – Alexandre

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Por que ouvir: Mombojó da mais um passo a dentro das experimentações iniciados em “Amigo do Tempo”. Depois do hiato de alguns anos a banda volta com seu disco mais experimental até agora, usando vários elementos sonoros distintos: música eletrônica, letras rabuscadas e além da pegada pop característica. O resultado é disco mais difícil que seus antecessores, mas ainda sim um disco belíssimo e cheio de detalhes.

Mombojó – Alexandre

5 – Far from Alaska – Modehuman

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Por que ouvir: “Modehuman”, é disco de estréia da banda de Curitiba “Far from Alaska”. O álbum é cheio guitarras pesadas, som pulse e estridente, um vocal feminino incrível e sintetizadores. Som de primeira!

Far from Alaska – Modehuman

4 – Carne doce – Carne doce

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Por que ouvir: Carne Doce é um álbum ao mesmo tempo lirico e intenso. Com suas letras hora soando meio hippies, hora soando bem humanas e particulares; Com seu instrumental rock que passeia por ritmos brasileiros, jazz e etc;

Tudo muito bem construído, mas o que mais impressiona no disco é o incrível e potente vocal de Salma Jô. Um disco para ouvir milhões vezes.

Carne doce – Carne doce

3 – Pipo Pegoraro – Mergulhar mergulhei

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Por que ouvir: Experimentalismo, sonoridades bem brasileiras, tons regionais e arranjos grandiosos dão corpo a esse espetacular disco. Pipo Pegoraro cria uma álbum cheio de letras emotivas e muito bem escritas, refrões cantarolantes, violões remetendo ao interior e instrumentais grandiosos. Incrível! Já perdi as contas de quantas vezes já ouvi esse ano o disco.

Pipo Pegoraro – Mergulhar mergulhei

2 – Tom zé – vira lata na via láctea

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Por que ouvir: Tom Zé é um dos meus maiores artistas que já surgiram no Brasil e no mundo. E hoje, pleno seus 78, ele continua curioso, inventivo, incansável, coeso e incisivo nas suas obras. Esse disco de 2014 só prova isso, um disco cheio de experimentalismo, letras geniais (bem atuais e recheadas do seu humor afiado), sonoridade agradável e plural. Uma pequena obra prima feita por quem entende e sabe como ninguém colocar o dedo na ferida.

O disco conta com participações especiais como: O terno, Criolo, Milton Nascimento e Caetano Veloso.

Tom zé – vira lata na via láctea

1 – Criolo – Convoque seu Buda

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Por que ouvir: Criolo leva para outro nível tudo que foi feito no seu brilhante trabalho anterior. Com esse “Convoque seu Buda” ele expande ainda mais seus horizontes: navegando sem problemas pelo Rap, samba, MPB, Raggae e etc; utilizando sonoridades e arranjos ainda mais ousados e grandiosos, tudo muito plural; Letras que demonstram um nível muito alto de maturidade e perspicácia com suas rimas certeiras, metáforas belíssimas, gírias, mil referencias e olhar aguçado para o cotidiano; Tudo de forma muito natural e inteligente. Uma obra espetacular!

Criolo – Convoque seu Buda

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