Cinema 2014: Ação / Sci-fi

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Ação

The Raid 2: Berandal

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“The Raid 2: Berandal” é um grande vídeo game de luta em forma de película, muito bem dirigido e coreografado. A história é meio confusa, mas ação insana e os personagens extremamente estilizados fazem o filme valer a pena.

Obs: Quem não assistiu ao primeiro filme. Assista! Ele é um dos melhores filmes de ação dos últimos anos. É bem diferente dessa continuação, mas tão violento, surtado e bem feito quanto (na verdade é bem superior a esse).

Walk among the tombstone

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“Walk among the tombstone” é um suspense policial muito eficiente, cheio tensão e suspense. De longe um dos melhores trabalho de Liam Nelson, nessa fase de astro de ação.

Alemão

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O longa tem uma trama simples, mas muito bem utilizada, que consegue manter até o final o clima suspense e paranoia. Um ótimo exemplar de filme de gênero no cinema nacional.

De volta ao Jogo

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“De volta ao Jogo” tem uma história bobinha, mas compensa isso com ótimas cenas de ação.

O principal mérito do filme, está em conseguir criar uma mitologia por trás do seu personagem principal e o universo onde ele orbita. Mas, em contra ponto, peca por não conseguir imprimir um vilão a altura do seu herói.

Lucy

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Luc Besson (O profissional, Quinto Elemento) já foi uma das grandes promessas do cinema, mas em algum ponto ele desistiu. E virou só mais um diretor e produtor de filmes bacaninhas de ação.

Esse Lucy não foge a regra, o filme tem ótima cenas ação e um visual bonito. Mas, infelizmente tem uma história esquizofrênica: que hora tenta ser muito filosófica (sem ser de verdade), hora tenta ser descompromissada (onde acerta mais).

Sem escalas

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Filme genérico de ação bem divertido. Liam Nelson está bem como sempre. Mas, não espere nada além disso.

O Protetor

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Idem o filme de cima (Sem escalas). Só troque Liam Nelson por Denzel Washington.

Sci-fi

Planeta dos Macacos: O confronto

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Leia crítica inteira aqui: PLANETA DOS MACACOS: O CONFRONTO

Guardiões da galáxia

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É o filme mais divertido do ano. As piadas funcionam, o filme tem roteiro simples (mas bem amarradinho), os personagens são carismáticos e engraçados, além de ter um delicioso clima de aventura retro. Enfim, um “Trash” disfarçado de superprodução, descompromissado e muito engraçado.

obs: A trilha sonora é incrível.

Sob a pele

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“Sob a pele” é o intrigante filme do diretor Jonathan Glazer.

O longa é bela parábola de horror sobre a nossa noção da beleza e aparência. Um filme difícil com poucos diálogos, tom obscuro e clima surrealista. Mas de resultado muito gratificante.

Expresso do Amanhã

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Joon-ho Bong é de longe um dos meus cineastas favoritos, ele fez os espetaculares: Mother, Memorias de um assassino e O hospedeiro.

Nessa sua estreia em Hollywood, ele criou uma distopia futurista visualmente deslumbrante, cheia cenas de ação, de suspense e questionamentos sociais interessantes. Uma das melhores ficções cientificas do ano passado.

Interstellar

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Sou um fã confesso do trabalho do Nolan, acho filmografia dele incrível. E esse “Interstellar” é a prova do talento dele, uma vez que esse é filme dele mais problemático. Mas mesmo assim o longa é um sci-fi de primeira, com questionamentos ambiciosos e qualidades técnicas inquestionáveis.

Robocop

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A versão, do diretor brasileiro, Jose Padilha para o clássico oitentista é tão boa quanto podia ser. Padilha consegue criar um filme crítico e cheio de questionamentos. Enfim, um remake digno e inteligente.

No limite do amanhã

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É uma das superproduções mais originais do ano, muito embora pegue conceitos emprestados de vários filmes e seja baseado num mangá.

O longa é bem divertido, empolgante, com um bons questionamentos e muito bem dirigido (pelo Doug Liman do “Identidade Bourne” e “Vamos nessa”). Um trabalho bem acima da média, uma pena que pouca gente viu.

Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1

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“Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1″ é um filme mais denso e mais político que os anteriores. Saí os jogos (que nem eram tão bons) e aumenta as questões sobre a manipulação da mídia. Na minha humilde opinião, o filme mais interessante da franquia até aqui.

The Rover – A Caçada

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Com apoio de uma excelente fotografia e design de produção, David Michôd (O Reino Animal) cria um futuro opressor, sem lei e sem esperança. E é nesse universo desesperançoso, que acompanhamos nosso protagonista (Guy Pearce), numa busca desesperada pelo seu carro roubado. Enfim, um filme hostil e melancólico, sobre os últimos laços humanos num mundo animalesco.

obs: Atente para as ótimas atuações, inclusive a transformação física e mental do “galãzinho” Robert Pattinson no filme.

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